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2026-05-22

Gestão de obras para fundos imobiliários (FIIs): governança e CAPEX

Como FIIs de desenvolvimento e tijolo devem estruturar a gestão de obras: governança por SPE, controle de CAPEX, divulgação CVM e mitigação de risco.

O cotista cobra previsibilidade, não desculpa

FIIs de desenvolvimento (como os de logística e residencial) prometem TIR ao cotista com base em premissas de CAPEX, prazo e taxa de absorção. Estouro de orçamento ou atraso vira fato relevante.

Por isso, a gestora precisa de instrumentação de obra em tempo real — não fechamento trimestral.

Governança por SPE

Cada empreendimento tipicamente fica em uma SPE. A gestora precisa consolidar CAPEX, cronograma e risco por SPE e em nível de fundo, com aprovação de aditivo por comitê.

Sem isso, qualquer aditivo acima de limiar vira reunião extraordinária e desgaste com cotistas.

Divulgação CVM e auditoria

Resolução CVM 175 e Instrução 472 exigem informes periódicos. Trilha de auditoria por aprovador (não por usuário) é o que sustenta a posição em uma inspeção.

Stracta versiona cada decisão de orçamento, cronograma e aditivo com aprovador, data e justificativa — pronto para auditoria.

Risco e mitigação

Mapa de riscos vivo, com revisão mensal por categoria (engenharia, fornecedor, clima, regulatório). O risco precisa estar conectado ao cronograma — não em um PDF separado.

IA aplicada a diários de obra (RDO) detecta sinais antecipados de atraso: efetivo abaixo do planejado, clima recorrente, frente parada.

Perguntas frequentes

Stracta é adequado para FII de tijolo?
Sim — para retrofit, expansão e CAPEX de manutenção pesada. A consolidação por ativo é nativa.
Como Stracta atende à Resolução CVM 175?
Trilha de auditoria por aprovador, versionamento de baseline e exportação direta para os informes periódicos exigidos pela CVM.

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