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2026-05-20

Orçamento de obra: planilha vs. software de gestão em 2026

Por que planilhas e Orçafascio deixam buracos no orçamento de obra — e como um software integrado (SINAPI, BDI, curva S) muda o controle de CAPEX.

Onde a planilha funciona — e onde quebra

Planilhas (Excel, Google Sheets, Orçafascio) dão liberdade total e custo zero para um orçamento inicial. O problema aparece a partir da segunda revisão.

Sem controle de versão, ninguém sabe qual é o orçamento vigente. Sem ligação com cronograma, a curva S é refeita à mão. Sem trilha de auditoria, aditivos viram disputa.

O que um software de orçamento precisa entregar

1) Composições SINAPI atualizadas mensalmente por UF, com versionamento e travamento de baseline.

2) BDI parametrizável por etapa, com fórmula TCU 2622/2013 quando aplicável.

3) Curva S e cronograma físico-financeiro gerados a partir da mesma fonte do orçamento.

4) Workflow de aditivo contratual com aprovação por SPE/comitê e trilha de auditoria.

5) Consolidação de portfólio para incorporadoras e fundos com múltiplas obras.

Quando migrar

Regra prática: 2+ obras simultâneas, ou 1 obra com mais de R$ 20 milhões de CAPEX, ou contrato de gerenciamento para proprietário ou fundo. Abaixo disso, planilha + Orçafascio ainda funcionam.

Acima disso, o custo de não ter integração orçamento↔cronograma↔risco supera rapidamente a licença do software.

Como Stracta resolve

Stracta integra orçamento (SINAPI/SBC), cronograma (caminho crítico) e mapa de risco em uma única base. A IA monitora desvios e dispara replanejamento automaticamente.

Para fundos e incorporadoras, a consolidação por SPE é nativa — sem reconciliação manual entre planilhas de obra e ERP.

Perguntas frequentes

Orçafascio é suficiente para uma incorporadora?
Para uma obra única com orçamento até R$ 10 milhões, sim. Para portfólio, fundos ou contratos de gerenciamento, falta integração com cronograma, governança e consolidação.
Posso usar planilha junto com software de gestão?
Sim. Plataformas como Stracta permitem importar e exportar via Excel, mas a fonte da verdade passa a ser o sistema, não a planilha.

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